Como cantam os passarinhos, amor,
Assim meu peito em teu abraço arde.
Nosso ninho é refúgio, doce calor,
Onde a vida floresce e nunca tarde.
Galhos e folhas, gravetos a adornar,
Tudo que toca a alma em suave tom.
Entre nós, só o amor a nos guiar,
A melodia que ecoa é nosso dom.
E assim, cada canto é pura paixão,
Cada olhar reflete o céu e a flor.
Meu coração se rende à emoção,
Entrego a ti toda minha ardor.
Amada, és meu abrigo e meu farol,
Teu riso ilumina o meu sol.

II
Nosso amor é leve, feito a cantar,
Como passarinhos em manhã serena.
Em teus braços quero sempre estar,
E tua voz é música que me acena.
Galhos e folhas, gravetos e lã,
Tudo se une à ternura que nos guia.
Teu nome é canto que a alma acalã,
E me envolve em doce alegria.
Amada esposa, teu amor é meu lar,
Meu refúgio certo, meu bem, meu viver.
Nada do mundo poderá nos separar,
Pois teu sorriso é meu eterno querer.
Que cada dia seja um novo canto,
Teu abraço, meu eterno encanto.

III
Como cantam os passarinhos, meu bem,
Assim se ergue o canto do meu peito.
Amor que floresce e que nunca tem
Fim, pois em ti encontro todo deleito.
Nosso ninho é abrigo, paz e calor,
Onde gravetos e folhas têm seu tom.
É nosso canto, nosso riso, nosso amor,
Nosso refúgio seguro, nosso dom.
Te amo, amada esposa, sem medida,
Meu coração em teu amor se põe.
És a alegria que ilumina minha vida,
Minha canção, meu ninho, minha razão.
E assim, como os passarinhos a voar,
Meu amor por ti nunca vai cessar.
